“ONU DAS RELIGIÕES” EX-PRESIDENTE ISRAELENSE PEDE UMA E, SUGERE PAPA FRANCISCO PARA SER O LÍDER



Ex-presidente israelense, Shimon Peres, procura Papa Francisco em audiência privada, para propor uma “ONU das religiões”. Diante da ineficácia da atual ONU política, Peres vai além das expectativas do absurdo, diz que gostaria de ver o Papa Francisco como agente controlador da espiritualidade do mundo. Temos aqui uma busca insistente e desesperada pelo conceito de uma ordem mundial religiosa! Para entendermos este fenômeno interdependência sem precedentes, é necessário trazermos a pedra fundamental deste sistema, aplicado por muitos estadistas dentro da história.

A divisão e multiplicidade do caos pelo exercício do autocontrole.

Para que se tenham os meios para levar o ministério do erro “besta” a invencibilidade, é preciso que o Poder Central viabilize, como divulgue, todos os tipos de terror e perturbações sociais. Quando estas finalidades florescem para os povos, como a covardia, a instabilidade, a inconstância, as decepções, os insucessos, o medo, a incapacidade de compreender ou discernir as condições de sua própria vida, de imediato o problema acaba se transformando em oportunidades nas mãos dos homens de preto!

Senhores o “caos” é implementado sistematicamente, sempre num espaço geográfico predeterminado, para que faça surgir de todas as partes estes operários libertadores do julgo programado. Cheios da insígnia propondo condições de vida mais justas, reunindo esforços livres com fraseologias habitualmente combinadas de regras sociais, eloqüentemente falando de objetivos que concernem ao progresso e etc. Formando-se uma enorme fachada de promessas concernentes a realidade e, benefícios á vida social! Depois disso, mandam um exército de instituições e oradores, cujo único papel é falar, falar, falar ao ponto de que a opinião pública se distraia [labirinto das idéias]. Os contratados devem manter acessas as paixões do povo, garantindo que estejam relativos aos partidos e ideologias! Para que no fim, toda esta impotência seja dirigida por homens como Shimon Peres, no único objetivo: ajustes radicais!

Programas que obrigarão os povos a uma obediência cega, entre arrastos, aceitando tudo que a besta fala como se fosse a única forma de solução! O princípio deste mecanismo “preservação do terror” é levar o povo a renunciar a si mesmo. De decepção em decepção, a sociedade passará a ter uma profunda repugnância por tudo que é política ou religião, destruindo toda estabilidade, criando desordens, a cada passo que o direito de todos seja concedido para um único Poder.

Acreditando pela palavra da imprensa que a salvação imediata está na face dos novos administradores. As falsas concepções se desmoronando diante de todos, e muitos que se apoderavam em confiar no progresso de cada uma delas, virão se rastejando e, implorando por um acordo internacional. De fato esta ênfase ao “terrorismo”, com o destaque da fragilidade de todos os Poderes, sempre lhes serviu e, lhes servirá, de mecanismo de existências. Neste caso, um fato histórico, brevemente colherão da opinião pública a preferência por um indivíduo só: a besta da Franco Maçonaria.

Seja o político, ou o religioso, a natureza que estabeleceu as desigualdades históricas, é a mesma que permitiu a supremacia dos caracteres desta inteligência. Este discurso “guerra religiosa” é um negócio rentável para a besta que virá, o que de fato fez o povo gritar por soluções muitas vezes, sustentando lutas incansáveis que não deram nada, reunião de grupos ecumênicos, unanimidade de esperanças, enquanto passava imperceptivelmente diante de todos uma locomotiva internacional á todo vapor, com forças multinacionais e supranacionais, quebrando direitos religiosos, obtendo vantagens territoriais, explorando riquezas, armazenado todo ouro do mundo, expandindo de forma inexorável suas regras e normas no mundo moderno.

Shimon Peres representa a superpotência ambivalente! Discursa para idiotas que estão cheios de esperança política! Dócil no desejo de reunir as forças religiosas contra movimentos terroristas, mas na verdade quer nomear uma autocracia moderna. Sublinhar ainda mais o poder da ONU, como suas instituições, transportando assim estes prejuízos humanitários para o terreno das oportunidades: o confisco da liberdade consciente de cada religião.

Procurou o objeto fundamental para este golpe, o Papa, o Vaticano. Naturalmente, esta nova unidade que se propõe para ONU não poderia ser feita sem uma autoridade nefasta, sem uma ditadura! Roma seria perfeita para representar a segunda esfera do anticristo, a besta religiosa. Recruta a Opus Dei, é imperialista, genocida e profissional em torturas. A transmissão hereditária das heresias, como a mais rica de todas. Um ótimo gerente para manter em dia a escravidão e o constrangimento da multidão. Saberia como esmagar no futuro, em nome da cosmologia, qualquer um que se negasse a seguir suas leis!

Concluímos…

Sobre as ruínas desta inquidade, o triunfo mais importante do anticristo que se espera, dentro da esfera política unificadora, não é uma única religião no mundo. Segundo os registros sagrados do Cristo ressurreto, é o fim da religião para todos os homens (2 Ts 2.4). Se prevê uma curta duração neste acordo entre o personagem anticristo político e Roma “”cidade das sete colinas””.

Concretamente, mais a frente do que estamos, por intermédio também de um personagem religioso, a segunda besta, que sairá das bibliotecas do Vaticano. Quando estas finalidades forem atingidas, o segundo plano que Jesus revela é a desativação do Vaticano (Ap.17.16) e, todo poder sendo entregue para um único homem político. Para que governe, tudo e, todos, dentro do tempo que Deus estabeleceu de antemão (Ap.17.17).

Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/ex-presidente-israelense-sugere-ao-papa-onu-das-religioes
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