MITRA , 25 DE DEZEMBRO , FALSO NASCIMENTO DE JESUS E A ADORAÇÃO AO SOL


MITRA , 25 de dezembro , falso nascimento de Jesus e a adoração ao sol
Para os persas e indianos Mitra é um deus solar, símbolo da luz, que representa o bem e a libertação da matéria. O deus é conhecido como Sol Vencedor.
Na Pérsia ele é filho de Ahura Mazda deus da luz solar, do dia e do fogo e da deusa Ahriman, ligada à noite e escuridão. Mitra é freqüentemente representado por um leão alado, ele não representa somente o catolicismo (Leão de São Marcos), representa também o Deus Mitra que era freqüentemente simbolizado por um leão com asas, é o símbolo da cidade de Veneza (“onde se venera Vênus”) e da região do Veneto.
É o Paganismo presente em Nova Venécia desde tempos imemoriais apesar de ignorado pela grande maioria. Um outro símbolo alternativo para ele é um leão com o corpo envolvido por uma serpente, enquanto segura uma chave que conduz ao céu.
Os iniciados nos ritos de Mitra eram chamados de Leões (Lions) e tinham suas testas marcadas com a cruz egípcia. As referências ao leão e aos apertos de mão do tipo pata do leão, do REAA, são originários da mesma onda de simbolismos das escolas de mistérios.
A representação de São Marcos como um leão uma iconografia cristã típica derivada das visões proféticas contidas no verso do Apocalipse de São João 4:7. O leão é uma das quatro criaturas descritas nesse livro como estando em volta do trono do Todo-o-Poderoso e são os símbolos dos quatro evangelistas.
Esse seres tinham sido descritos antes pelo profeta Ezequiel.
O leão veneziano é representado de duas formas distintas. Uma é um animal alada que repousa sobre água, simbolizando o domínio sobre os mares, segurando o Evangelho de São Marcos debaixo de uma pata dianteira.
Estes animais poderosos podem ser vistos por todo o Mediterrâneo, geralmente no cimo de uma coluna clássica.
O outro tipo de representação é conhecida como o leão "in moleca", na forma de um caranguejo. Aqui o leão é representado de frente, com as asas rodeando a cabeça , fazendo lembrar as pinças de um crustáceo.
Está a emergir da água, pelo que é associado com a laguna e a cidade, enquanto que o leão em pé é mais associado com os territórios venezianos em volta do Mediterrâneo.
O cristianismo era contemporâneo ao mitraísmo e as duas religiões dividiam fiéis na sua época. Como Mitra “nasceu” no dia 25, por conveniência, o Catolicismo adotou a mesma data para o nascimento de Jesus. Além disso, adotou trajes, costumes e rituais pagãos do mitraísmo. Vejam o texto abaixo:
A celebração do Natal Cristão em 25 de dezembro surgiu por paralelo com as solenidades do Deus Mitra, cujo nascimento era comemorado no Solstício (de inverno no hemisfério norte e de verão no hemisfério sul). No calendário romano este solstício acontecia erroneamente no dia 25, em vez de 21 ou 22.
Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro o "Nascimento do Invicto" como alusão do alvorecer de um novo sol, com o nascimento do Menino Mitra. Já foram encontradas figuras do pequeno Mitra em Treveris e a semelhança com as representações cristãs do Menino Jesus são incontestáveis.
Estas semelhanças aparecem depois que o Catolicismo foi fundado, no final do 3º século...
Com o cristianismo oficializado no Império Romano, pelo Edito de Milão, expedido por Constantino, os cristãos rapidamente tomaram os postos dos sacerdotes pagãos na sociedade, inclusive mantendo as festas, rituais, vestimentas e indumentárias pagãs.
Em Roma o papa cristão passou a ser o Pontífice, substituindo de maneira pomposa o anterior chefe religioso pagão. Constantino também está ligado a ele, esse legado concedido ao papa traria a unificação das religiões no império até porque o culto a Mitra oferecia semelhanças com o cristianismo.
A conceituação de Deus como um sol, não somente por causa da facilidade com que esta alegoria se aplica a Deus, mas ainda porque os cristãos já a encontraram pronta nos cultos em seu em torno, e o mantiveram a interesse, como forma de solidificar um estado forte.
Em 274 d.C o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como "Dies Natalis Invicti Solis" (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável).
O Sol passou a ser venerado. Buscava-se o seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do Deus Sol.
A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo.
O nascimento de Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável.
Todos os deuses de mistério, que nasciam no solstício de inverno, assim como Mitra, passaram, a partir do ano de 274 a nascerem no dia 25, plagiando assim a data de Mitra, deus romano da época. Hórus, Mitra, Attis, Khrishna, Dionysio, e tantos outros, nasceram no solstício e não no dia 25 de dezembro.
Jesus nasceu 274 anos antes desta proclamação.
Reparem no chapéu do Papa, chama-se «Mitra», reparem no hexagrama (estrela de seis pontas, estrela de David, simbolo de israel, judaísmo).
A Mitra foi inspirada no chapéu do deus Sumério dagon. (deus-peixe, provavelmente simbolizando a era astrológica de Peixes).
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